Supply Chain: tenha uma visão geral e otimize a gestão

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Em um mundo globalizado e com alta competitividade, não é sábio – nem útil – descartar as potencialidades do Supply Chain. Mas para que essas potencialidades sejam bem utilizadas, é necessário abranger todos os setores de forma integrada. Será essa sinergia que garantirá o sucesso do trabalho. Descubra nesse post mais informações de como o sistema de Supply Chain pode possibilitar vantagens em sua gestão dos negócios.

 

Como introduzir o Supply Chain à rotina de trabalho?

Inicialmente, é necessário que haja uma mudança de cultura do gestor, ou seja, que ele abandone determinadas práticas, dando espaço para uma nova forma de pensar e administrar a estrutura. Os setores de compra, logística, estoque e entrega, por exemplo, precisam pensar como se fossem um mesmo organismo e agir buscando uma resposta única. Isso é ter uma visão geral do processo, o que aumenta a produtividade e reduz ou simplesmente elimina as falhas.

Com um bom sistema de Vendor Managed Inventory, ou Estoque Gerenciado pelo Fornecedor, em português, o gestor garante maior segurança ao processo, o que aumenta a confiança do cliente. Porém, para que o VMI ocorra com eficiência, o administrador precisa ter autonomia e experiência.

 

Interrupção no processo

De acordo com o Business Continuity Institute que promoveu a 4ª Pesquisa Anual sobre Supply Chain, 73% das organizações experimentam pelo menos uma interrupção da cadeia de fornecimento por ano. A maioria tem uma média de cinco interrupções. Imagine em quanto isso não prejudica o cotidiano empresarial? Essas situações complicam a fluência das atividades e a qualidade dos serviços, além do tempo e recursos perdidos. E quando inevitáveis mudanças não são efetivamente planejadas, os impactos na receita, margens e na qualidade do serviço fornecido ao cliente podem ser devastadores.

Esses problemas podem ser identificados, por mais críticos que sejam. Isso garantirá que a empresa tenha uma resposta rápida a qualquer evento não planejado – e prejudicial.

 

Mas o que fazer?

Todas as gestões são constituídas para evitar erros. A estrutura organizacional garante autonomia aos setores e responsabilidade sobre as movimentações. Partes independentes para um todo coerente. No entanto, e se mesmo com essa estrutura o erro surgir? Caso isso ocorra, a resposta da equipe, e não somente do setor que errou, deve ser a mais rápida possível, isso para que os impactos sejam minimizados e o curso reestabelecido.

Nesses momentos do texto, um exemplo é sempre bem-vindo: quando um pedido demora a ser entregue, não é somente o setor de estoque, caso o problema for nele, que deve se sentir na responsabilidade de saná-lo, mas também o atendimento ao cliente, o comercial, a logística e o varejista. E todos precisam conversar entre si para que o planejamento, que inclui a resposta à situação, seja levado em conta. Os primeiros momentos depois que um erro é detectado é fundamental para o desenrolar positivo da situação.

Percebeu nessas situações apresentadas alguma familiaridade? Presenciou alguma ação/resposta positiva para um problema aparentemente irreversível? Se sim, com certeza verificou a eficiência no trabalho do Supply Chain e da necessidade dele ser levado a sério em qualquer organização, pois, como pode perceber, o setor se torna uma ferramenta de qualidade – e sem aumento de custo para a organização – contra qualquer situação crítica que surja.

Analise as situações e implemente as práticas de Supply Chain para uma maior cooperação em sua empresa. Se você ainda tem alguma dúvida sobre o funcionamento e a realização desse tipo de gestão, deixe seu comentário e compartilhe sua ideia.

 

ORBIT Logistics é um dos principais fornecedores mundiais de soluções de gerenciamento de estoque (VMI – Vendor Managed Inventory e SCM – Supply Chain Management) e aquisição de dados em tempo real.

Nossa empresa, fundada em 2003, fornece um sistema modular para gerenciamento e automação da cadeia de suprimentos, atendendo clientes globais a partir de escritórios em Leverkusen (Alemanha), Atlanta (EUA), São Paulo (Brasil) e Shanghai (China). Uma equipe altamente qualificada, composta por mais de 40 engenheiros e técnicos, oferece soluções “turn key” personalizadas para gestão e monitoramento de processos.

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