3 erros fatais cometidos na cadeia de suprimentos 3 erros fatais cometidos na cadeia de suprimentos

3 erros fatais cometidos na cadeia de suprimentos

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A cadeia de suprimentos é a gestão que representa mais da metade dos gastos totais com a produção. Trata-se do processo da movimentação que vai do pedido do cliente e passa pelos estágios de aquisição de material, produção até a distribuição desse bem para o consumidor final.

E nessas ações acabam ocorrendo muitas falhas que não são percebidas pelos profissionais envolvidos na área de Supply Chain. Tais equívocos são fatais, podendo comprometer a produtividade e lucratividade da companhia.

E para que você passe longe desses erros, o post de hoje irá listar alguns deles a fim que você os reconheça e saiba bem como evitá-los. Acompanhe e descubra mais a seguir.

Não negociar corretamente com todos os fornecedores

Um dos maiores erros feitos pelos gestores é contar com apenas uma fonte de recursos e materiais para cada área de produção. Muitos gestores preocupam com os fornecedores que provêm mais insumos ou serviços para a empresa.

Imagine que você tenha 20 organizações que fornecem os materiais que você precisa. Contudo, apenas 5 correspondem a 75% do seu orçamento, uma vez que eles abastecem os principais produtos e/ou serviços. Logo, é natural focar apenas nesses fornecedores.

Todavia, essa estratégia não é aconselhável, pois as empresas possuem mais de um cliente, e problemas graves podem acontecer em relação ao seu fornecimento, prejudicando sua cadeia de suprimentos.

É interessante contar com todos os seus fornecedores, pois dessa forma você terá mais opções para negociar custos e contar sempre com os insumos essenciais à sua companhia. Do mesmo modo, com essa atitude, é possível prevenir que o desempenho métrico seja afetado.

Escolha de métricas erradas

As métricas para Supply Chain são interessantes para racionalizar os resultados da empresa, permitindo compreender os níveis de produção da fábrica e realizar ótimas tomadas de decisão para aperfeiçoar os processos.

Entretanto, tenha muito cuidado ao escolher as referências das técnicas de medição da corporação. Alguns indicadores devem ser analisados com mais vigor, como:

  • Pontualidade nas entregas aos consumidores;

  • Custo unitário de cada produto fabricado;

  • Rentabilidade financeira;  

  • Giro de estoque.

Muitas empresas até fazem o levantamento dos fatores citados. Mas, por não ter nenhuma clareza na análise das métricas, o que era para ser vantajoso às organizações, torna-se uma enorme dor de cabeça, prejudicando seriamente a produção.

Tente ser o mais preciso e objetivo ao realizar avaliações quantitativas da sua corporação, construindo relatórios adequados, de fácil entendimento e que integrem todos os setores da fábrica. Dessa forma, sua equipe saberá o que será necessário para prover aperfeiçoamentos e evitar erros por ela cometidos.

Não considerar o fator humano

Por mais importante que seja investir em tecnologias para automação de processos e buscar a otimização de custos nas áreas de logística, compra e vendas, comercial, fornecimento e atendimento, não se deve esquecer o fator humano.

A produção depende muito das pessoas para se tornar excelência no mercado. Logo, não se pode jogar todo o peso das tarefas relacionadas ao Supply Chain apenas na liderança administrativa caso ocorra algum eventual problema.

Os gerentes devem saber atribuir responsabilidades e delegar da melhor forma possível os trabalhos para sua equipe. Para isso, qualificar o quadro de funcionários é fundamental, pois os trabalhadores são motivados e lidam melhor com as tarefas a eles dirigidas, evitando erros graves na cadeia de suprimentos.

Viu como alguns erros podem ser fatais para seu Supply Chain? Caso você ainda tenha dúvidas ou questionamentos sobre o tema, aproveite o espaço nos comentários e venha debater conosco sobre o assunto.

 

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