confira essas 3 dicas para maximizar a eficiencia dos transportes intermodais confira essas 3 dicas para maximizar a eficiencia dos transportes intermodais

Confira essas 3 dicas para maximizar a eficiência dos transportes intermodais

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Não é exagero comparar o Brasil a um continente devido seu tamanho. E por tal grandiosidade, necessita de transportes adequados e integrados que sejam capazes de levar determinado produto do campo, por exemplo, ao mercado consumidor. Afinal, como transportar um grão produzido em Mato Grosso para ser beneficiado no Paraná e que será consumido em Minas Gerais? Esse caminho só pode ser feito com eficiência e agilidade, tendo como base um transporte intermodal e de qualidade.

A inter-relação entre os modais, ou melhor, os intermodais, só começaram a ser efetivamente pensados no Brasil há algumas décadas. Antes, ficava apenas em algumas regiões, pontualmente. Isso porque os governos não tinham visão ou condições de colocar isso como política de Estado. Alguns exemplos de transportes intermodais poderiam ser vistos na região Sul, mas nenhum na Centro-Oeste. Essa falta de integração paralisou o país por muito tempo.

Mas o que compreende transportes intermodais? A inter-relação entre veículos que percorrem rodovias (caminhões, por exemplo), ferrovias, malha aérea e pelas vias aquáticas. E o Brasil é um país que pode usufruir de todas essas características. Porém, ter isso não garante ampliar a eficiência dos transportes intermodais, e algumas medidas devem ser tomadas para que isso aconteça. Quer descobrir quais são? Então confira o post a seguir.

Planejamento adequado

Todos os exemplos eficientes de uso de transportes intermodais tiveram como base o planejamento, que foi forte por surgir como uma política de Estado. Alguns países da Europa, os Estados Unidos e o Japão se tornaram sinônimos de eficiência por planejar corretamente a forma de implantar esses transportes.

Nenhum deles ousou depender apenas de um modal para escoar, levar, trazer, enfim, se mobilizar pelo país. O planejamento é fundamental para saber não apenas qual o modal deve ser implantado, mas onde e qual o custo e o benefício do uso. Custo porque alguns deles exigem desapropriações, autorizações ambientais e construção de grandes obras. Essas informações só podem ser obtidas com um estudo, um plano.

Redução de custos

Diferentemente do citado no tópico anterior, os custos não são para implantação, mas para economia. Em Mato Grosso, uma grande empresa agrícola foi visionária quanto a implantação de transportes intermodais — e detalhe: não foi feito pelo governo. Além do uso de caminhões para o escoamento da safra, construiu uma empresa de navegação em Rondônia. Assim, os caminhões com grãos iam até o Estado vizinho, onde pegava uma barca, passava pelas águas do Amazonas, e percorria até o Oceano Atlântico. A redução dos custos, caso fizesse o mesmo caminho somente por caminhões, foi incrível!

Cruzamento de informações

A eficiência desses transportes só acontece caso ocorra uma sincronia de informações ou uma sintonia na comunicação. Não adianta nada a ferrovia ser ágil para levar o produto se os barcos ou aviões não tiverem chegados ainda ou terem que esperar horas e horas para partir. E esse tempo deve ser contado em situações adversas, como fechamento de estradas, queda de pontes, ou seja, problemas que impeçam a locomoção. Ainda assim, todos os entes devem ser informados de questões como essas, e o cruzamento de informações garante isso.

Como pode verificar, a implantação de transportes intermodais é inquestionável, mas eles, por si só, não garantem eficiência. Ela surgirá com medidas importantes, ou melhor, fundamentais, pois todos ganharão com isso, do produtor ao consumidor. Ainda tem alguma dúvida sobre o tema? Então deixe o seu comentário e venha participar da conversa.

 

A inter-relação entre os modais, ou melhor, os intermodais só começaram a ser efetivamente pensados no Brasil há algumas décadas. Antes, ficava apenas em algumas regiões, pontualmente. Isso porque os governos (federal, estadual e municipal, este muito menos) não tinham visão ou condições de colocar isso como política de Estado. Alguns exemplos de transportes intermodais poderiam ser vistos na região Sul, mas nenhum na Centro-Oeste. Essa falta de integração paralisou o país por muito tempo.

Mas o que compreende transportes intermodais? A inter-relação entre veículos que percorrem rodovias (caminhões, por exemplo), ferrovias, malha aérea e pelas vias aquáticas. E o Brasil é um país que pode usufruir de todas essas características. Porém, ter isso não garante ampliar a eficiência dos transportes intermodais, e algumas medidas devem ser tomadas para que isso aconteça.

Planejamento

Todos os exemplos eficientes de uso de transportes intermodais tiveram como base o planejamento, que foi forte por surgir como uma política de Estado. Alguns países da Europa, os Estados Unidos e o Japão se tornaram sinônimos de eficiência por planejar corretamente a forma de implantar esses transportes. Nenhum deles ousou depender apenas de um modal para escoar, levar, trazer, enfim, se mobilizar pelo país. O planejamento é fundamental para saber não apenas qual o modal deve ser implantado, mas onde e qual o custo e o benefício do uso. Custo porque alguns deles exigem desapropriações, autorizações ambientais e construção de grandes obras. Essas informações só podem ser obtidas com um estudo, um plano.

Custos

Diferentemente do citado no tópico anterior, os custos não são para implantação, mas os economizados. Em Mato Grosso, uma grande empresa agrícola foi visionária quanto a implantação de transportes intermodais – e detalhe: não foi feito pelo governo. Além do uso de caminhões para o escoamento da safra, construiu uma empresa de navegação em Rondônia. Assim, os caminhões com grãos iam até o Estado vizinho, onde pegava uma barca, passava pelas águas do Amazonas e percorria até o Oceano Atlântico. A redução dos custos, caso fizesse o mesmo caminho somente por caminhões, foi incrível!

Cruzamento de informações

A eficiência desses transportes só acontece se ocorrer uma sincronia de informações, uma sintonia na comunicação. Não adianta nada a ferrovia ser ágil para levar o produto se os barcos ou aviões não tiverem chegados ainda ou terem que esperar horas e horas para partir. E esse tempo deve ser contado em situações adversas, como fechamento de estradas, queda de pontes, ou seja, problemas que impeçam a locomoção. Ainda assim, todos os entes devem ser informados de questões como essas, e o cruzamento de informações garante isso.

Como pode verificar, a implantação de transportes intermodais é inquestionável, mas eles, por si só, não garantem eficiência. Ela surgirá com medidas importantes, ou melhor, fundamentais, pois todos ganharão com isso, do produtor ao consumidor. Tem alguma dica para somar às já citadas? Contribua com este artigo comentando abaixo!

 

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